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O Fungágá da Bicharada

Alexandre Pais

Quando deparei com a página de Alexandre Pais, lembrei-me da canção do Avô Cantigas, que deu título a este post. Não por causa da idade do ex-director do Record, tomara eu chegar a essa proveta idade com a sua sagacidade mas com mais humor e, já agora, com mais memória.

O “papagaio mor do reino” foi a expressão usada pelo major Vasco Brazão (caso Tancos) para se referir alegadamente e supostamente a comentadores televisivos. Claro que um jornalista experiente como Alexandre Pais, está inteirado deste assunto, lembrando-se também de outra ave canora celebrizada pelo treinador Manuel José, quando chamou ao dirigente encarnado, Mendes Pinto de “papagaio do pirata”.

Resta agora a brincadeira à volta do “rato”, uma descoberta que vai cair no anedotário nacional, enquanto não surgir outro animal qualquer,  a reclamar o seu lugar ao sol, neste autêntico “zoo” em que se tornou este país, onde não faltam touros, camelos e toupeiras.

Não se fala aqui do boi a que alude o Alexandre Pais, inventado pela estação de Carnaxide, que meteu no ar o som onde Pedro Ribeiro (ex-treinador do Belenenses) dizia “Ó boi, deu-me um soco”. Há uma grande diferença entre o que foi dito e o que queria “inventar” o grupo da Cofina. Se quiserem esclarecer o assunto e não “crucificar” a qualquer custo o treinador do FC Porto, melhor seria perguntar ao Pedro Ribeiro, que explique o que queria dizer. Principalmente o medo que tinha por ir prestar declarações à Liga, por temer que o FC Porto lhe metesse um processo por falsas declarações.

Por isso Sr. Alexandre Pais, quem escondeu o “boi do Jamor” não foi o FC Porto,

 

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Um café e um covilhete para Duarte e Eva

Ir a Vila Real, seja para um colóquio ou simples passeio, e não comer um covilhete da “Gomes”, é o mesmo que ir a Lisboa e não passar pela “Pastéis de Belém” a comer uma nata.

Ora no passado sábado (26 Agosto) o Núcleo de Árbitros de Futebol Henrique Silva, cujo presidente é o “encarnado” Manuel Escaleira, organizou o primeiro colóquio sobre arbitragem, no Teatro de Vila Real.

Painel do Congresso

Convidados e oradores de luxo, José Fontelas Gomes, presidente da CA da FPF, Luciano Gonçalves, presidente da APAF, o ex-árbitro Duarte Gomes e outros menos conhecidos para o grande público.

Oradores do Congresso

Gostaria, no entanto, que guardassem para memória futura o nome do árbitro Gonçalo Martins, que ascendeu a época transacta ao primeiro escalão da arbitragem, sendo um dos padres ordenados por Nuno Cabral.

Fechado este preâmbulo, a esta hora estão a perguntar: não tinha o “menino-querido” saído de circulação?

Não tinha encerrado a sua conta de facebook, quando foi implicado no Caso dos Emails?

A estratégia da Eva Mendes foi, longe da vista, longe do coração.

Regressou em força, a calcorrear o país ao serviço do clube do manto sagrado, cuidando que os padres que ordenou, não sejam tocados pelos pecados da gula ou da preguiça.

Quanto à página pessoal do facebook, foi reactivada vai para dois meses, pois há que interagir com o Miguel Duarte e outros alter egos.

Caso para perguntar: Já alguma instância federativa, judicial ou de investigação, o abordou para tirar a limpo, a sua envolvência nos mais macabros golpes do polvo encarnado?

No passado Sábado, na Gomes, pouco passava do meio dia, uma das mesas da pastelaria da Carvalho Araújo era ocupada pelo Nuno Cabral/Eva Mendes e pelo mediático ex-árbitro Duarte Gomes, para degustarem um café com o famoso covilhete e, se algum deles for mais guloso, um delicioso napoleão.

Pastelaria Gomes

Que santa aliança era esta? Que assuntos foram conversados pelos “meninos-queridos” do clube da Luz?

Do Nuno Cabral já estamos elucidados das suas funções, incumbências e desejos: mas o que move Duarte Gomes?

Duarte Gomes orador

O ex-árbitro, depois de não querer fazer parte do CA da FPF, preferiu o mediatismo que lhe foi proporcionado pelos amigos benfiquistas: comentador na SIC, comentador na Bola, com avenças chorudas e ainda com o livro editado e o site online, curiosamente com o mesmo titulo “Kickoff”.

Este é o objectivo, “o pontapé de saída” para, daqui por dois/três anos, atacar a presidência da Comissão de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol.

Como ele dizia a um amigo chegado, quer,  nestes próximos anos, tornar-se o Marcelo Rebelo de Sousa do comentário arbitral, para com o mediatismo que visa ganhar, “varrer” a concorrência no próximo acto eleitoral ao CA da FPF.

Percebido?

PS: Cenas dos próximos capítulos com o título “Os tentáculos do Polvo nas Associações de Futebol”.